Você se acidentou trabalhando
Máquina, queda, corte, esforço, batida. Ficou afastado, tratou, voltou — e alguma coisa no seu corpo não voltou junto.
Quando um acidente deixa sequela, a lei prevê um benefício do INSS pago todo mês — que se soma ao seu salário e segue até a aposentadoria. Não é automático, e quase ninguém sabe que existe. Me conte o que aconteceu e eu verifico se é o seu caso.
Quem analisa é a advogada, não um robô. On-line, em todo o Brasil.
Advogada previdenciarista. Trabalho com quem sofreu acidente e ficou com alguma limitação — e na maioria das vezes nem imagina que a lei prevê alguma coisa pra isso. Quem lê o seu laudo e o seu histórico sou eu.
Essas são as situações que mais chegam aqui. Se você se reconheceu em alguma, vale me contar o que aconteceu.
Máquina, queda, corte, esforço, batida. Ficou afastado, tratou, voltou — e alguma coisa no seu corpo não voltou junto.
Acidente de trajeto. Muita gente acha que não conta porque não foi dentro da empresa — a lei trata de outro jeito.
Moto, carro, queda em casa, esporte. Para quem é CLT, a lei não exige que o acidente tenha acontecido no trabalho.
O perito disse que você está apto e você até voltou. Só que ficou dor, falta de força, movimento que não faz mais.
Faz o serviço com mais esforço, mais devagar, dividindo com o colega, tomando remédio pra aguentar o dia.
Sequela de acidente não é só a que se vê. Perda auditiva, redução de visão, dedo, joelho, coluna, ombro — tudo entra na conversa.
Quatro passos. Nenhum deles exige você sair de casa nem faltar no serviço.
Preenche o formulário e escreve, em uma frase, como foi o acidente e o que ficou. Leva menos de um minuto e não precisa de documento agora.
Laudo, exame de imagem, atestado, CAT, carteira de trabalho, extrato do CNIS — o que você tiver. Se faltar algo, eu te digo onde buscar.
Em linguagem de gente: o que a lei prevê pra situação que você viveu, o que dá pra provar e o que não dá. Sem sigla e sem artigo de lei.
Se tiver caminho, eu explico como funciona, por onde vai e quanto tempo costuma levar. Se não tiver, eu também falo — na hora. Não vendo esperança.
Sou a Dra. Silvia Reineher, advogada previdenciarista.
Escolhi trabalhar só com INSS por um motivo: é o direito que mexe com o dinheiro de quem trabalha e não tem plano B.
A maioria das pessoas que chega até aqui não veio atrás de processo. Veio porque se acidentou, tocou a vida como deu e um dia descobriu, por acaso, que a lei prevê alguma coisa pra quem ficou com sequela. Muita gente descobre tarde demais.
O atendimento é on-line, em todo o Brasil. Quem lê o seu caso sou eu.
As perguntas que mais chegam ao escritório.
Três campos. Eu leio e te respondo no WhatsApp.