A perícia disse que você está apto
Você levou laudo e exame, e mesmo assim o perito concluiu que dá pra trabalhar. O que o seu médico escreveu também é prova.
Descubra se você ainda pode ter direito e quais caminhos existem para buscar o benefício.
Se você está sem conseguir trabalhar por doença ou acidente, uma análise previdenciária pode ajudar a entender seus direitos e quais medidas podem ser tomadas para buscar seu benefício.
Quem analisa é a advogada, não um robô. On-line, em todo o Brasil.
Advogada previdenciarista. Trabalho com quem teve o benefício por incapacidade negado ou cortado pelo INSS e ficou sem entender o motivo daquela decisão. Quem lê a sua carta, o seu laudo e o seu histórico sou eu.
Toda decisão do INSS vem com um motivo escrito. Esses são os que mais chegam aqui — e cada um pede um caminho diferente.
Você levou laudo e exame, e mesmo assim o perito concluiu que dá pra trabalhar. O que o seu médico escreveu também é prova.
Você estava recebendo, o pagamento parou e o tratamento continua. Existe caminho pra contestar — e ele tem prazo.
O INSS já marcou a data do fim quando concedeu. Se você ainda não tem condição de voltar, existe o pedido de prorrogação.
Ficou um tempo sem contribuir e o INSS entendeu que o direito acabou. Nem sempre a conta do período de graça está certa.
Doença pré-existente não elimina o pedido sozinha. O que pesa é o momento em que ela te impediu de trabalhar.
A carta vem com sigla, artigo e uma linha de explicação. Ali está o que faltou no seu pedido e se dá pra resolver.
Quatro passos. Nenhum deles exige você sair de casa nem faltar no serviço.
Preenche o formulário e escreve, em uma frase, o que o INSS decidiu no seu caso. Leva menos de um minuto e não precisa de documento agora.
A carta de indeferimento, o laudo da perícia, os seus exames e o histórico do Meu INSS. É ali que está escrito o motivo real da negativa ou do corte.
Em linguagem de gente: por que negaram ou cortaram, o que ainda dá pra provar e quais caminhos existem — dentro do INSS ou pela via judicial.
Se houver caminho, eu explico como funciona, por onde vai e quanto tempo costuma levar. Se não houver, eu também falo — na hora. Não vendo esperança.
Sou a Dra. Silvia Reineher, advogada previdenciarista.
Escolhi trabalhar só com INSS por um motivo: é o direito que mexe com o dinheiro de quem trabalha e não tem plano B.
A maioria das pessoas que chega até aqui não veio atrás de processo. Veio porque recebeu um "não" do INSS no pior momento possível: sem conseguir trabalhar, com o tratamento em andamento e sem entender o que aquela carta queria dizer.
O atendimento é on-line, em todo o Brasil. Quem lê o seu caso sou eu.
As perguntas que mais chegam ao escritório.
Três campos. Eu leio e te respondo no WhatsApp.